REI DUAS VEZES fecha o ciclo dedicado à história fictícia de Coimbra que começou com A Biblioteca Russa e teve o segundo momento em Coimbra 1111.
A peça tem, como de costume, várias fontes de inspiração: as colecções Os Cinco e Mistério, de Enid Blyton; a novela Um Yankee do Connecticut na Corte do Rei Artur, de Mark Twain; o conto A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário de Carvalho; os filmes A Maldição de Frankestein, Drácula e A Múmia, da Hammer Film Productions; a longa-metragem Os Visitantes, com Jean Reno; o sketch televisivo da Entrevista Histórica a D. Afonso Henriques, de Herman José… enfim, uma mistura de coisas da cultura popular, para não dizer de massas. Talvez nesta salgalhada se entreveja o tal carácter nacional português… ou pelo menos algum carácter. Descubra as referências.
