Balanço de 2008 EXTRA

As escolhas dos dramaturgos anónimos

Recolhi a opinião de alguns dramaturgos da nossa praça (todos com peças montadas no último ano) sobre os espectáculos vistos no Porto e no Norte do país, em 2008. A ideia foi publicar uma espécie de «selecção de enófilos». O anonimato foi sugerido por mim para poderem opinar à vontade. Seis pessoas nomearam vinte espectáculos diferentes (assinalei os que foram nomeados mais de uma vez). Duas indicaram três, uma indicou quatro, outras duas indicaram cinco, e uma outra indicou sete. As escolhas não tinham de ser justificadas, nem ter ordem de preferência. Ninguém escolheu peças de sua autoria. O resultado é mais um cabaz de natal do que um top de vendas, e por isso as escolhas não estão ordenadas, mas apenas agrupadas por sala de teatro (e estas ordenadas por ordem alfabética). A escolha do crítico está mais abaixo.  

ESTÚDIO ZERO
4.48 Psicose, de Sarah Kane, pel’As Boas Raparigas
Persona, de Bergman, pel’As Boas Raparigas

FÁBRICA DA RUA DA ALEGRIA
Gil & Vicente: uma viagem de barca até ao inferno, pelo Mau Artista (2)
Um mundo muito próprio: tributo a Buster Keaton, encenação de Alan Richardson, com Daniel Pinto (2)

FIMP na Pça. D. João I
Stan, de Jim Barnard (Reino Unido)

MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA [TNSJ]
Casa-Abrigo, pelo Circolando
Conferência de Imprensa, de Alvaro Zúñiga, com William Nadylam
Boca de Cena, pelo Teatro de Marionetas do Porto

NOVO CICLO ACERT (Tondela)
Novecentos, a partir de Alessandro Baricco, pelos Peripécia Teatro

TEATRO DO CAMPO ALEGRE
Hamelin, de Juan Mayorga, pelos Artistas Unidos [FITEI]
As últimas palavras do Gorila Albino, de Juan Mayorga, pelos Artistas Unidos [FITEI]

TEATRO CARLOS ALBERTO [TNSJ]
O Concerto de Gigli, de Tom Murphy, pela Assédio (2)
Diz-que-diz, pelo Teatro do Frio

TEATRO HELENA SÁ E COSTA
Catástrofe, de Beckett, pelo Teatro Plástico (2)
Casa da Boneca, de Ibsen, encenação de Nuno Cardoso (2)
Terminus, de Mark O’ Rowe, pela Assédio

TEATRO LATINO
Bucket, de Ricardo Alves, pela Palmilha Dentada (2)

TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO
Platonov, de Tchekov, encenação de Nuno Cardoso (2)
Purificados, de Sarah Kane, encenação de Warlikowski (Polónia)

TEATRO VIRIATO (Viseu)
Mexe-te, de Fernando Giestas, encenação de Rafaela Santos

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