Teatro e parlamento

Pendiente de voto
Pendiente de Voto na Cidade da Cultura (foto Amanda Pardal)

O segundo dia do Escenas do Cambio teve uma peça galega, o mais simples possível, com uma atriz sozinha em palco a falar diretamente para a plateia e a levar um ou outro espectador para dentro de cena – Teatro Invisible, do Matarile Teatro; e outra catalã, sem atores, em que o público votava as respostas a perguntas num ecrã – Pendiente de Voto, de Roger Bernat. São obras teatrais, sim, mas sobretudo experiências teatrais, uma mais participativa que a outra, que obrigam o espectador a pôr-se no papel dos artistas, ainda que por meros instantes.

Thomas Walgrave (foto Amanda Pardal)

À tarde, Thomas Walgrave, do Alkantara, apresentou o projeto para uma plateia muito interessada em saber como funcionam as estruturas de criação e produção em Portugal (e como são financiadas). Hoje, às 17h, María Muñoz falou do centro de criação L’animal a l’Esquena, situado em Girona. Seguem-se Os contos de Joselín, em língua galega, de e com Quico Cadaval, Celso F. Sanmartín e José Luis Gutiérrez “Guti”, e De repente fica tudo preto de gente, de Marcelo Evelin.

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