Genet, nas Leituras, Na Colónia Penal

Jean Genet l_460-252

Recomeçam na terça, 20, às 21h, as Leituras no Mosteiro, com Genet à cabeça. Dizem:

Colónia Penal conduz-nos a um lugar concentracionário, onde Jean Genet anima, com humor e sarcasmo, uma sociedade de excluídos, guardas e prisioneiros, todos eles malévolos e retorcidos, todos eles lúcidos e alienados pelos seus sonhos. Peça de um só fôlego, sem atos nem cenas, haveria de permanecer inacabada, tendo sido abandonada pelo autor em 1964, depois de nela ter depositado grandes expectativas: “Vai ser a minha melhor peça. Precipito-me nela todo inteiro.” Ao escrevê-la, Genet empreendia uma viagem de regresso a si mesmo, ensaiando uma reconstituição do universo prisional, verdadeiro santuário do seu imaginário. Fátima Ferreira e Luís Lima Barreto, autores da tradução inédita que vamos ler, são os convidados especiais desta sessão, a primeira dedicada a Jean Genet, o dramaturgo em residência nas Leituras no Mosteiro até meados do mês de novembro.

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